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sábado, 21 de maio de 2011

O maior navio do mundo



O maior navio do mundo, o Allure of the Seas, zarpou neste sábado no mar Báltico para sua primeira viagem, na qual precisará baixar suas chaminés retráteis para passar sob a ponte de Storebaelt, na Dinamarca.




Às 16h18 (horário local, 14h18 na hora de Brasília), o cruzeiro gigante que na sexta-feira deixou o estaleiro da STX, na Finlândia, onde foi montado, passou por debaixo da ponte de Storebaelt, uma das mais altas da Europa. "Passou sem problemas", disse Kristian Andreasen, vigilante técnica da empresa. Cerca de 2.000 pessoas estavam em uma praia vizinha para ver o barco.



Roni Lehti/AFP



O navio pode levar até 6.360 passageiros

Assim, o Allure of the Seas segue a trajetória de seu irmão gêmeo, o Oasis of the Seas, que fez a mesma prova de fogo após seu lançamento no fim de outubro de 2009. Os dois navios, quase idênticos, têm 72 metros de altura acima da linha do mar. Ambos pertencem à Royal Carribean, e foram fabricados nos estaleiros da sul-coreana STX em Turku, na costa sudoeste da Finlândia.



Para conseguir sair do Báltico, seus projetistas precisaram desenhar chaminés retráteis, capazes de passar sob a ponte de Storebaelt, que se ergue a 65 metros de altura. Com 361 metros de comprimento e 66 de largura, o Allure of the Seas, de valor estimado em 1 bilhão de euros, pode viajar com até 6.360 passageiros e 2.100 tripulantes a bordo.



Simbolicamente, é o maior navio do mundo por ter 50 centímetros a mais de comprimento que o Oasis of the Seas. Com bandeira das Bahamas, deve atracar dentro de 12 dias em Fort Lauderdale, na Flórida, na costa sudeste dos Estados Unidos.



(Com agência France-Presse)




Nenhum navio de cruzeiro já construído pode se comparar ao Freedom Ship. Imagine uma fileira de prédios de 25 andares, como aqueles que se vê na cidade de São Paulo, estendendo-se ao longo de 1,5 km. Agora imagine isso flutuando na água. Se você consegue imaginar, então poderá ter uma idéia do tamanho do Freedom Ship. Com 1.317 m de comprimento, 221 m de largura e 103 m de altura, o navio é mais alto que o comprimento de um campo de futebol e mais largo do que dois campos de futebol lado a lado. 
O Freedom Ship será construído sobre 520 células estanques de aço, que serão unidas para formar uma base resistente. Cada célula terá 24 m de altura, entre 15 e 30 m de largura e entre 15 e 37 m de comprimento. Estas células serão montadas para formar unidades maiores com aproximadamente 91 x 122 m. Essas unidades maiores serão lançadas ao mar, onde serão unidas para formar a base do navio, com mais de 1 km de extensão. O restante do navio será construído sobre esta base. Norman Nixon, que desenvolveu a idéia de uma cidade flutuante, disse que levará cerca de três anos para acabar o navio a partir do início da construção.



Será necessária uma enorme potência dos motores para impulsionar o gigantesco navio através da água. A nave será equipada com 100 motores a diesel, que poderão gerar 3.700 hp cada um. Os construtores avaliam que o custo de cada motor será de aproximadamente US$ 1 milhão. Isso pode dar uma idéia do dinheiro envolvido no projeto, apesar de o custo total do Freedom Ship ainda não ter sido divulgado. O alto custo de construção do navio será repassado aos residentes, que pagarão até US$ 11 milhões para adquirir o espaço habitacional da cidade flutuante. Na próxima seção, você descobrirá que benefícios esses residentes terão a bordo do Freedom Ship





O Super-Petroleiro Jahre Viking é o maior navio do mundo, sendo conseqüentemente o mais pesado objeto móvel já construído pelo homem. Começou a navegar em 1981 batizado de Seawise Giant. Em 1988, foi bombardeado por caças iraquianos durante a guerra Irã-Iraque, sendo depois reformado, voltando a navegar em 1989, renomeado Happy Giant. Em 1991 voltou a ser renomeado Jahre Viking, nome pelo qual se tornou mundialmente famoso. Em 2004 o Jahre Viking deixou de navegar e transportar petróleo, foi novamente renomeado Knock Nevis e passou a funcionar como um navio FSO (Floating Storage and Offloading - Base Flutuante de Armazenamento de Produtos Petrolíferos) no Qatar para a Maersk Oil. Poucos portos no mundo podiam receber o Jahre Viking (normalmente ele não atracava no porto, descarregava o petróleo em navios menores) e também devido ao seu grande calado não podia navegar no canal da Mancha.


O Knock Nevis é um superpetroleiro da Noruega antes conhecido como Seawise Giant, Happy Giant e Jahre Viking. Foi construído entre os anos de 1979 e 1981 e é a maior embarcação do mundo com 458 metros de comprimento e 69 metros de largura. Foi danificado durante a guerra Irã – Iraque, recolocado em operação em 1991, mas agora é utilizado como uma plataforma imóvel para a indústria petrolífera.

O Jahre Viking transportava petróleo do Golfo Pérsico para os Estados Unidos e são necessários alguns deles somente para suprir o consumo diário de petróleo americano.

Enquanto um carro faz curva em um raio de 10 metros, o Jahre Viking só consegue fazer curvas em um raio de 3.7 km! Na velocidade máxima, para parar totalmente o Jahre Viking precisa de 10 km!

Para não perder tempo e se cansar, a tripulação anda de bicicleta no seu convés!

Se um motorista ganhasse de presente um Jahre Viking cheio de gasolina, poderia, gastando um tanque de gasolina de 50 litros por semana, rodar por 259345 anos!

Comprimento: 458.4 metros (mais de 4 campos de futebol)

Largura: 68.9 metros (equivalente a um edifício de 23 andares)

Calado (Profundidade do Casco Submerso): 24.5 metros (equivalente a um edifício de 8 andares), o dobro de um super-transatlântico

Peso Carregado: 564763 toneladas (mais de 5 vezes o peso de um porta-aviões classe Nimitz)

Capacidade de Carga: 674297 metros cúbicos ou 4240865 barris de petróleo (+ de 18 mil caminhões tanque)

Valor da Carga: US$ 122 milhões

Espessura do Casco: 3.5 cm

Propulsão: Turbinas a Vapor (50 mil HP), 1 hélice de 9 metros de diâmetro (equivalente a um edifício de 3 andares) girando a 85 RPM

Velocidade Máxima: 29 Km/h

Tripulação: 40












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Pré-História e Antiguidade


A jangada é considerada uns dos projetos mais simples de embarcação.A história dos barcos é paralelas as histórias de aventuras dos seres humanos. Os primeiros barcos conhecidos datam do Período Neolítico, por volta de 10.000 anos atrás. Estes barcos primitivos possuíam funções limitadas: eles conseguiam mover-se sobre a água, conquanto, limitavam-se a isso. Inicialmente foram utilizados para caça e pesca. O barco mais antigo descoberto pelos arqueólogo até então, é uma canoa. Foram construídas talhando árvores coníferas, com Ferramentas de Pedra.



Por volta do século 30 a.C, no Antigo Egito, já se conhecia como montar cascos de embarcações com tábuas de madeira. [1] Eles usavam presilhas de tecido para juntar as tábuas, [1] Cyperus papyrus, folhas compridas, grama, para unir e celar as costuras entre as tábuas.[1] [2] Na Grécia Antiga historiadores e geógrafos Agatharchides tinham documentado ship-faring como os primeiros do Antigo Egito: "Durante o período próspero do Reino Antigo/Império Antigo", entre os séculos 30 a.C e 25 a.C, no Rio Nilo rotas foram estabelecidas, e no Antigo Egito há registros que navios navegaram pelo Mar Vermelho até o pais Mirra. [3] Sneferu's antigos navios de madeira cedro Louvor das Duas Terras é a primeira referencia registrada (2613 BCE) para navios referenciados por nome. [4]



Na Ásia Oriental, na época da Dinastia Zhou, foram desenvolvidas tecnologias nas embarcações como o leme montado na popa, e da Dinastia Han, foi encontrada uma frota de navios bem conservada, que fora empregada no campo militar. Tecnologia naval avançada foi encontrada no período medieval, onde tais embarcações já possuíam compartimentos estanques para armazenamento de água. Durante o século 15 na Dinastia Ming, uma das maiores e mais poderosas frotas do mundo foi montada para as viagens de diplomacia e projeções do poder de zheng He. Em algumas partes a Coréia, no século 15, foi encontrado o primeiro barco que utilizou-se de ferro. Foi o Navio Tartaruga, este foi desenvolvido com laminados de ferro.



Por volta de 2000 a.C, a Civilização Minóica em Creta tinham evoluído nos exercícios de um controle efetivo da área naval, na parte leste do Mediterrâneo. [5] Sabe-se que a antiga Núbia/Axum negociava com a Índia, e há evidencias que navios do Nordeste da Africa podem ter navegado na região frontal e externa entre a Índia/Sri Lanka, fazendo comércio com a Núbia e talvez até com os Persas, Himyar e com a Roma Antiga. [6] O Império Aksumite foi conhecido pela Antiga Grécia por disporem de portos para os navios Gregos e Iêmen. [7] Em outra parte Nordeste da África, o Périplo do Mar da Eritréia relatam que Pessoas da Somalia, atráves dos portos do norte como o Zeila e Berbera, estavam negociando incenso e outros itens com habitantes da Península Árabica bem antes da chegada de Islão, com também com o então Império Romano controlado pelo Egito. [8]





Mosaico Romano trireme de Cartago, Museu do Bardo, Tunis.As Pessoas Suaíli tinham diversos extensos portos comerciais em pontos da costa da África Oriental Medieval e o Grande Zimbabwe tinha grande contato comercial com a África Central, e provavelmente importavam bens trazendo para África atráves da margem comercial do Sudeste Africano Quíloa, atualmente chamada de Tanzânia [9]



É sabido pelos historiadores que no auge do Império Mali foi construído uma grande frota pelo Imperador Mansa Musa no século 13 e início do século 14. [10] Fontes arábicas descrevem que alguns consideram ser os visitantes do Novo Mundo pela frota de Mali em 1311. [11]



Na mesma época, pessoas que viveram próximas a Kongens Lyngby na Dinamarca inventaram o casco segregado, o que permitiu um aumento gradual das embarcações. Logo os barcos passaram a serem desenvolvidos com quilha, semelhante aos barcos atuais de madeira Embarcações de Recreio.



Os primeiros navegadores começaram a usar peles de animais ou tecidos para fabricarem as velas. Fixaram na parte superior do barco um mastro, e assim foi possível a fabricação de embarcações maiores. Essa invenção permitiu ao homem ampliar a exploração, reconhecendo, por exemplo, o termo Oceania, cerca de 3000 anos atrás.





O Antigo Egito já estava construíndo veleiros perfeitamente. Um exemplo notável de sua habilidade de construção foi o Navio Khufu, um navio de 143 pés de comprimento, enterrada ao pé da Grande Pirâmide de Gizé, por volta de 2500 a.C. e achada intacta em 1954. De acordo com Heródoto, os Egípcios fizeram a primeira circum-navegação em torno da África por volta de 600 a.C.



Os Fenícios e a Grécia Antiga gradualmente dominaram a navegação marítima a bordo dos trirremes, explorando e colonizando o Mediterrâneo com suas embarcações. Por volta de 340 a.C, o navegador grego Píteas de Massalia aventurou-se da Grécia para Europa Ocidental e Inglaterra. [12] No decorrer do século 2 a.C, a Roma Antiga começou a destruir Cartago e subjulgar os reinos Helenismo do leste do Mediterrâneo, alcançando o completo domínio do mar interno, que eles chamaram de "Mar Nostrum". A monção, sistema de vento do Oceano Índico foi o primeiramente navegado pelo navegador Grego Eudoxo de Cyzicus em 118 aC. [13] Com 300 navios gregos navegando anualmente entre o Império Romano e a Índia, o comércio anual pode ter atingido 300,000 toneladas. [14]



A Batalha de Lepanto, 1571, batalha naval entre as forças aliadas Cristã e a Marinha Otomana.Antes da introdução da bússola, a navegação espacial foi o principal método para a navegação marítima. Na china, as primeiras versões da bussola magnética estavam sendo desenvolvidas e usadas na navegação entre 1040 e 1117. [15] A verdadeira navegação bússola, usando uma agulha de giro em uma caixa seca, foi inventada na Europa mais tarde, em 1300

Classificação dos naviosOficialmente os navios são classificados pelas sociedades classificadoras, tais como a Lloyd's Register ou o Bureau Veritas, que emitem os certificados de conformidade que garantem às seguradoras e autoridades portuárias que o navio se encontra dentro dos padrões exigidos para o tipo de navegação, carga a transportar e a tripulação é qualificada. Os navios que não estão dentro destes padrões, que na sua maioria navegam com bandeiras de conveniência são designados substandard.




Paralelamente é também frequente classificar os navios pelo tipo de carga que transportam; como exemplo temos os graneleiros (que transportam cargas a granel como cereais ou minério), os petroleiros (que transportam petróleo), os porta-contentores, etc.



Outra forma de classificar os navios, hoje menos usada, era pelo tipo de navegação que faziam; assim temos os navios de cabotagem e os de longo curso.



A principal classificação dos navios é a seguinte: trasportadores de passageiros, cargueiros, exploradores e patrulhadores.



[editar] TerminologiaOs navios podem-se agrupar constituindo frotas, flotilhas, esquadras, esquadrilhas ou esquadrões.



Os submarinos (particularmente os U-Boot alemães nos anos 40) podem operar em grupos, chamando-se alcateias (termo derivado de "alcateias de lobos").



[editar] Terminologia náuticaVer artigo principal: Terminologia náutica



Esquema de um navio civil moderno:

1. Proa;

2. Bulbo;

3. Âncora;

4. Casco;

5. Hélice;

6. Popa;

7. Chaminé;

8. Ponte;

9. Convés.Os navios, em particular os navios de vela, envolvem um rico e variado vocabulário, repleto de termos técnicos. Muitos deles ligam-se a discussões mais alargadas do jargão náutico.



Proa - A frente do navio. Comparar com vante. Também conhecido em senso de direção como sendo o rumo momentâneo em que se encontra o navio, geralmente em graus, em relação ao norte.

Popa - a traseira do navio. Comparar com ré.

Estibordo - O lado do navio que está à direita quando o observador olha para a proa.

Boreste - Termo utilizado no Brasil em substituição de Estibordo.

Bombordo - O lado do navio que está à esquerda quando olhando para proa. (Um método mnemônico para distinguir um do outro é que a esquerda possui o mesmo número de letras de bombordo e estibordo se refere ao leste.)

Âncora - Instrumento metálico pesado utlizado para fixar temporáriamente a embarcação em local desejado.

Ponte de comando - o centro de comando da navegação.

Passadiço - Termo usado no Brasil em vez de Ponte de Comando.

Superstrutura - Qualquer estrutura acima do convés da embarcação, contendo, geralmente, a ponte e alojamentos.

Cabine - Um quarto fechado num deque.

Deques - Os "pisos" e diferentes pavimentos do navio. Em alguns navios novos são chamados de "ponte(s)".

Casco - A estrutura de flutuação que suporta o navio.

Mastro - um poste concebido para a suspensão das velas.

[editar] PropulsãoAté à aplicação do motor a vapor, no século XIX, os navios moviam-se através da força do vento nas velas.



Antes da mecanização os navios mercantes sempre usaram velas, mas à medida que a guerra naval tornou-se dependente da aproximação dos navios para a abordagem e invasão ou da luta corpo a corpo, as galeras passaram a dominar os conflitos navais devido a sua manobrabilidade e velocidade. Os navios gregos que lutaram na Guerra do Peloponeso usaram triremos, do mesmo modo que haviam feito os Romanos na Batalha de Actium. A partir do século XVI, o grande número de canhões tornaram a manobrabilidade uma característica secundária comparado ao peso; o que levou a total predominância de navios de guerra a vela.



O desenvolvimento do navio a vapor foi um processo complexo, o primeiro navio comercial de sucesso foi o "North River Steamboat" (também chamado de "Clermont") creditado a Robert Fulton, nos EUA em 1807. Em seguida surgiu na Europa em 1812 o PS Comet de 45 pés de comprimento. A propulsão a vapor progrediu consideravelmente durante o século XIX. Os principais desenvolvimentos foram o condensador. o que reduziu a necessidade de água fresca, e motor de expansão de múltiplos estágios que obteve um acréscimo considerável de rendimento. A roda de pás deu lugar ao, bem mais potente, propulsor de hélice. Desenvolvimentos posteriores resultaram no desenvolvimento da turbina a vapor marítima por Sir Charles Parsons, que fez a primeira demonstração da tecnologia no navio de 100 pés "Turbinia" em 1897. Isto facilitou o desenvolvimento de uma nova geração de navios de cruzeiro de alta velocidade na primeira metade do século XX.



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