Deputado Walter Prado, que presidiu comissão, entrega relatório do DDT ao presidente da Assembléia Legislativa.
Em relatório de 33 páginas,
produzido depois de 60 dias de investigações, a Comissão de Direitos
Humanos da Aleac concluiu que os servidores da extinta Sucam que
manipulavam o DDT, inseticida usado no combate ao mosquito da malária,
sofreram contaminação e devem ser indenizados por danos materiais e
morais. Segundo o relatório, as vítimas devem receber pensão mensal
vitalícia e 13o salário.
Leia Materia Completa;
http://www.oestadoacre.com/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=2586
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