sexta-feira, 14 de março de 2014

Policiais federais esperam uma proposta do governo

PORTAL DO SERVIDOR PÚBLICO DO BRASIL


Djalma Oliveira
Jornal Extra     -     14/03/2014




Terminou, nesta quinta-feira, a paralisação de 72 horas dos policiais federais iniciada na última terça-feira. Como nos outros dias, houve protestos em várias cidades, inclusive no Rio, onde, segundo o Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SSDPF-RJ), cerca de cem agentes, escrivães e papiloscopistas se reuniram em frente à sede da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), na Praça Mauá. 

O presidente da entidade, André Vaz de Mello, disse que a categoria aguarda, agora, uma proposta do governo sobre as reivindicações, como a reestruturação das carreiras, o aumento do efetivo, a criação de uma lei determinando as atribuições dos cargos e a recomposição dos salários, congelados há sete anos. Nesse período, de acordo com o sindicato, as perdas inflacionárias da categoria ficaram na casa dos 50%.

A paralisação desta semana foi a terceira dos policiais federais somente este ano. E, caso não haja um entendimento com a União, o movimento poderá resultar numa greve durante a Copa do Mundo, prejudicando o movimento nos aeroportos. Pelo segundo dia seguido, a PF não quis se pronunciar a respeito das reivindicações e das negociações com a categoria.

Djalma Oliveira
Jornal Extra     -     14/03/2014


Terminou, nesta quinta-feira, a paralisação de 72 horas dos policiais federais iniciada na última terça-feira. Como nos outros dias, houve protestos em várias cidades, inclusive no Rio, onde, segundo o Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal do Rio de Janeiro (SSDPF-RJ), cerca de cem agentes, escrivães e papiloscopistas se reuniram em frente à sede da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), na Praça Mauá. 

O presidente da entidade, André Vaz de Mello, disse que a categoria aguarda, agora, uma proposta do governo sobre as reivindicações, como a reestruturação das carreiras, o aumento do efetivo, a criação de uma lei determinando as atribuições dos cargos e a recomposição dos salários, congelados há sete anos. Nesse período, de acordo com o sindicato, as perdas inflacionárias da categoria ficaram na casa dos 50%.

A paralisação desta semana foi a terceira dos policiais federais somente este ano. E, caso não haja um entendimento com a União, o movimento poderá resultar numa greve durante a Copa do Mundo, prejudicando o movimento nos aeroportos. Pelo segundo dia seguido, a PF não quis se pronunciar a respeito das reivindicações e das negociações com a categoria.

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