quarta-feira, 5 de agosto de 2020

A situação é grave de todos os servidores da ex.Sucam/FUNASA do Estado de Rondônia, Pará, Acre e outros estados do Brasil, que realizaram o exame toxicológico, foi constatado a presença de compostos nocivos à saúde em níveis alarmantes.


O trabalho era realizado em áreas insalubres, porque o malaeiro estava sujeito a contrair até a doença que combatia.

O trabalho era realizado se forma penosa, Porque o malaeiro era obrigado a percorrer longas distancias uma  média dias de 20 km na selva nos seringais, transportando nas costas os seus pertences e mais o material de trabalho.

                                            

Para completar o quadro da periculosidade, todos os materiais por nós utilizados para combater vetores de doenças, eram inseticidas pertencentes a vário grupo como os Organoforados, Organoclorados, piretoides, Temofós, DDT e larvicida Biológico,

 

Era utilizado sem nenhuma literatura a respeito. Todos os inseticidas (Agrotóxico, pesticida–veneno), são altamente tóxicos e extremamente perigosos. No nosso caso (malaeiros), esse perigo era relativamente maior porque trabalhavam sem nenhuma orientação a respeito dos perigos causados pelos inseticidas e sem os equipamentos de proteção adequados, tanto na pesagem, como nas borrifações intradomiciliares, nas nebulizações especiais e nas aplicações dos larvicidas.

 

Hoje, analisamos a nossa situação, nos parece que, ao invés de lutadores em busca de uma saúde melhor para todos os brasileiros, fomos sim, simples cobaias de produtos químicos variados.


Em razão das intoxicações, muitos companheiros nossos malaeiros, pereceram durante a caminhada. Entretanto, os que escaparam, embora com a saúde abalada continuem vivos e hoje pedem socorro pela aprovação da pec 101, para pleitear o plano de saúde através do sindsef Ro..

 


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