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OS DESTEMIDOS GUARDAS DA EX. SUCAM / FUNASA / MS, CLAMA SOCORRO POR INTOXICAÇÃO

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A situação é grave de todos os servidores da ex. Sucam dos Estados de Rondônia,Pará e Acre, que realizaram o exame toxicologicos, foram constatada a presença de compostos nocivos à saúde em níveis alarmantes. VEJA A NOSSA HISTÓRIA CONTEM FOTO E VÍDEO

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Agrotóxicos ou Praguicidas ou Pesticidas ou Defensivos Agrícolas são substâncias químicas

Definição – Histórico

Agrotóxicos ou Praguicidas ou Pesticidas ou Defensivos Agrícolas são substâncias químicas utilizadas para prevenir , combater ou controlar uma praga.

Pela definição citada, incluem-se nas pragas: insetos, carrapatos, aracnídeos, roedores, fungos, bactérias, ervas daninhas ou qualquer outra forma de vida animal ou vegetal danosa a saúde e ao bem estar do homem, a lavoura, a pecuária e seus produtos e a outras matérias primas alimentares. Incluem-se ainda os agentes desfolhantes, os dessecantes e as substâncias reguladoras do crescimento vegetal.



Excluem-se: vacinas, medicamentos, antibióticos de uso humano e veterinário e os agentes usados para o controle biológico das pragas

De acordo com Decreto 4.074 de 4 de janeiro de 2002 que regulamenta a lei 7802/1989 DECRETO Nº 4.074, DE 4 DE JANEIRO DE 2002

Regulamenta a Lei no 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências.

Os defensivos agrícolas ou agrotóxicos, são produtos e agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou plantadas, e de outros ecossistemas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da fauna ou da flora, a fim de preserva-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias de produtos empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores do crescimento

1. Inseticidas:

a - Organoclorados

Ex. DDT, BHC, Aldrin, Heptacloro, etc...

b - Organofosforados

Ex. Dissulfoton, Malation, Paration, etc...

c - Carbamatos

Ex. Aldicarb, Carbaril, etc...

d - Piretróides

Ex. Permetrina, Deltametrina, etc...

e - Fumigantes

Ex. brometo de metila, fosfina

2. Fungicidas :

a - Compostos Inorgânicos de Cobre (oxicloreto de cobre)

b - Mercuriais Orgânicos (aretan – tilex)

c - Dimetil-ditio Carbamatos (ferban – ziran)

d - Derivados da Tiouréia (tiofanato)

e - Compostos Fenólicos dinitrofenóis(dinozeb – DNOC) Clorofenóis (pentaclorofenol)

f - Fumigantes (brometo de metila)

g - Compostos orgânicos de estanho(brestan – duter)

h - Etileno-bis-ditio carbamatos (maneb – mancozeb)

i - Outros grupos químicos (captan – difolatan – óleo mineral)

3. Herbicidas:

a - Arsenicais Inorgânicos (arsenito de sódio)

b - Carbamatos (clorprofan)

c - Compostos Fenólicos (dinitrofenóis e clorofenóis)

d - Derivados do Ácido Fenoxiaceticos(2,4-D e 2,4,5-T)

e - Triazinas (ametrina – simazina)

f - Triazólios (amino triazol)

g - Derivados da Anilina (trifluralina – nitralina)

h - Dipiridílios (diquat – paraquat)

i - Tiol carbamatos (bentio carbe, butilato)

j - Derivados da uréia ( carbutilato – diuron)

k - Agentes desfolhantes ( DEF – Merfós – folex)

4. Raticidas:

a - de uso restrito (fluoracéticos, fosfatos metálicos, cianeto de cálcio e brometo de metila)

b - produtos de venda ao público: norbormida – cila vermelha e anticoagulantes (cumarínicos e indandiona).

D. CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

Toxidades

Classe 1 A: Extremamente tóxico. Algumas gotas podem matar uma pessoa. DL 50 oral (mg/Kg) < 5

Classe 1 B: Altamente tóxico. Algumas gotas a uma colher de chá podem matar uma pessoa. DL 50 oral (mg/Kg) 5 - 50

Classe 2: Regularmente tóxico. Uma colher de chá a duas colheres de sopa podem matar. DL 50 oral (mg/Kg) 50-500

Classe 3: Pouco tóxico. Há necessidade de duas colheres de sopa a dois copos para serem letais a uma pessoa. DL 50 oral (mg/Kg) 500-5000

Classe 4: Muito pouco tóxicos. Há necessidade de dois copos a um litro para serem letais. DL 50 oral (mg/Kg) > 5000

A classe toxicológica das substâncias químicas também deve ser observada conforme normalização vigente. Ela vem em forma de faixas coloridas na embalagem e é sempre bom advertir que, mesmo sendo um pouco tóxico, ela continua sendo uma substância venenosa de qualquer maneira ( Veja o quadro abaixo da classe toxicológica das substâncias químicas ) .



CLASSE TOXICOLÓGICA COR DA FAIXA

I ESTREMAMENTE TÓXICO VERMELHA

II ALTAMENTE TÓXICO AMARELA

III TOXIDADE MÉDIA AZUL

IV POUCO TÓXICO VERDE



Tipos de intoxicação causadas pelos agrotóxicos

Aguda - onde os sintomas surgem rapidamente, algumas horas após a exposição excessiva, por curto período, a produtos altamente tóxicos. Podem ocorrer de forma branda, moderada ou grave, dependendo da quantidade do veneno absorvido. Os sinais e sintomas são nítidos e objetivos.

Subaguda - ocasionada por exposição moderada ou pequena a produtos altamente tóxicos ou medianamente tóxicos. Tem aparecimento mais lento e os principais sintomas são subjetivos e vagos, tais como dor de cabeça, fraqueza, mal-estar, dor de estômago e sonolência

Crônica - caracteriza-se por ser de surgimento tardio, após meses ou anos de exposição pequena ou moderada a produtos tóxicos ou a múltiplos produtos, acarretando danos irreversíveis como paralisias e neoplasias.

Tempo de desativação do agrotóxico

DDT: 4 a 30 anos

Aldrin: 1 a 6 anos

Heptacloro: 3 a 5 anos

Lindano: 3 a 10 anos

Clordano: 3 a 5 anos



Classificação de alguns agrotóxicos em relação a toxicidade aguda:



Organoclorado:

Pouco tóxico medianamente altamente

Dodocacloro BHC aldrin

DDT dieldrin



Organofosforados:

Pouco tóxico medianamente altamente

Bromofós diclorvós paration

fention dissulfoton



Carbamatos:

Pouco tóxico medianamente altamente

Carbaril ropoxur(baygon) carbofuran(furadan) aldicarb(temik)

Piretróides:

Pouco tóxico medianamente altamente

Permetrina

aletrina

deltametrina



Acaricidas :

pouco tóxico medianamente altamente

omite dicofol

dinocap



Fungicidas:

Pouco tóxico medianamente altamente

Sais de cobre tiran compostos mercuriais

Herbicidas :

Pouco tóxico medianamente altamente

Ametrina bentiocarb arsenito de sódio

Simazina 2,4-D e 2,4,5-T paraquat



Raticidas:

Pouco tóxico medianamente altamente

Cila vermelha cumafeno cianogás

Norbormida pindona fluoracetato Na

Sulfato de tálio



E - QUADRO CLÍNICO E ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE O USO DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE AGROTÓXICOS UTILIZADOS NO BRASIL

Quadro Clínico – Diagnóstico – Tratamento de alguns grupos de Agrotóxicos

Informações sobre uso – restrição do uso – principais grupos de Agrotóxicos

ORGANOCLORADOS:

Usos do produto:

Inseticida e acaricida

Vias de absorção usual: oral, respiratória e dérmica

ATUAM SOBRE A MEMBRANA NEURONAL,AXONAL,PRINCIPALMENTE,LENTIFICANDO O FECHAMENTO DOS CANAIS DE SÓDIO

INTERFEREM NO METABOLISMO DE SEROTONINA,NORADRENALINA E ACETILCOLINA DE MANEIRA AINDA NÃO ESCLARECIDA

aspectos toxicológicos : ação sobre o sistema nervoso central em casos agudos.

Estimulante das enzimas microssomias hepáticas em casos crônicos

Armazenamento em tecidos adiposos e venenos altamente cumulativos.

ORGANOCLORADOS QUADRO CLÍNICO

CONVULSÕES SÃO AS MANIFESTAÇÕES MAIS IMPORTANTES

INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA

FRAQUEZA MUSCULAR, AGITAÇÃO, MIOCLONIAS, PARESTESIAS, CONFUSÃO MENTAL

Cefaléia persistente, contrações musculares, tremores, convulsões. Parestesias ( língua, lábio, face e mãos), perturbações no equilíbrio. Perda do apetite, mal-estar geral. Hepatomegalia, lesões hepáticas e renais. Pneumonite química.

ORGANOCLORADOS: EXAME LABORATORIAL E TRATAMENTO

NÃO É VIÁVEL A DOSAGEM SÉRICA, RADIOGRAFIA DO ABDOME REVELA MATERIAL RADIOPACO

TRATAMENTO: COLESTIRAMINA É MAIS EFICIENTE DO QUE O CARVÃO ATIVADO

TRATAMENTO DAS CONVULSÕES COMO SE FAZ HABITUALMENTE

dosagem poderia ser feita por cromatografia – como exame rotineiro haveriam dificuldades – obtenção do exame – custos

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

Doseamento do teor no sangue por cromatografia de fase gasosa

TRATAMENTOS

Tratamento sintomático.

Nos casos de excitação neurológica, Diazepínicos e fenitoína.

Antibióticos e costicosteróides nas paneumonites químicas.



Algumas informações sobre os produtos organoclorados

grande persistência no meio ambiente

armazenam-se por toda a vida no organismo vivo em tecido adiposo devido sua lipossolibilidade

planeta foi inundado por DDT e BHC tanto na agricultura como em campanhas de saúde pública no mundo inteiro como estratégia de combate e erradicação de grandes endemias como a malária e particularmente no Brasil Doença de Chagas

já em 1948 estudos constatavam presença de DDT em tecido adiposo humano

DDT e BHC encontram-se amplamente distribuídos pelo meio ambiente e podem ser encontrados freqüentemente como contaminantes de alimentos

questões ambientais como a magnificação alimentar, transferência do tóxico através de vários elos da cadeia alimentar

leis que impuseram restrição a uso desses produtos no país portaria 329 de 02-09-85, tendo o mesmo ocorrido no Estado de São Paulo com lei 4002 de 05-01-84

estudo clínico epidemiológico em trabalhadores de campanhas de saúde pública expostos cronicamente aos inseticidas organoclorados evidenciou no exame citogenético freqüências aumentadas de certos tipos de aberrações cromossômicas estruturais no grupo exposto em relação ao controle

ORGANOFOSFORADOS

CARBAMATOS:

Usos: inseticidas e acaridas

Vias de absorção: oral, respiratória e dérmica.

Aspectos toxicológicos: inibidores da colinesterase.

ORGANOFOSFORADOS

INIBIDORES IRREVERSÍVEIS DA ACETILCOLINESTERASE

ACÚMULO DE ACETIL COLINA

ESTIMULAÇÃO MUSCARÍNINICA

ESTIMULAÇÃO NICOTÍNICA

ESTIMULAÇÃO DO S.N.C.

ORGANOFOSFORADOS QUADRO CLÍNICO

MUSCARÍNICO - MIOSE, HIPERSECREÇÃO LACRIMAL, SUDORESE, PILOEREÇÃO, BRADICARDIA, VÔMITOS.

NICOTÍNICO - FASCICULAÇÕES, ABALOS MUSCULARES, TAQUICARDIA RARA

S.N.C. - GRANDE ESTIMULAÇÃO

Sintomas e sinais clínicos :

Síndrome colinérgica : sudorese – sialorréia – miose – hiper secreção brônquica – bronco espasmo – tosse – vômitos – cólicas – diarréia

Síndrome nicotínica : câimbras – fasciculação muscular – hipertensão arterial transitória

Síndrome Neurológica : confusão mental – ataxia – convulsões depressão centros cárdio - respiratórios

ORGANOFOSFORADOS-EXAME LABORATORIAL E TRATAMENTO

EXAME: DOSAGEM DE ACETILCOLINESTERASE QUE ESTÁ DIMINUÍDA.

TRATAMENTO: ATROPINA EM DOSE VARIÁVEL POR TEMPO INDETERMINADO, RETIRADA LENTA, GRADUAL.

PRALIDOXIMA EM DOSE FIXA POR 3 DIAS EM MÉDIA.

Medicações contra indicadas: morfínicos, aminofilina e tranquilizantes

CARBAMATOS

INIBIDORES REVERSÍVEIS DA ACETILCOLINESTERASE

ACÚMULO DE ACETILCOLINA

ESTIMULAÇÃO MUSCARÍNICA

ESTIMULAÇÃO NICOTÍNICA

ESTIMULAÇÃO DO S.N.C.

DA MESMA FORMA QUE OS ORGANOFOSFORADOS

CARBAMATOS QUADRO CLÍNICO

AS MESMAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA INTOXICAÇÃO POR ORGANOFOSFORADOS, PORÉM QUADRO CLÍNICO DE MENOR DURAÇÃO, RARAMENTE ULTRAPASSANDO 3 DIAS.

EMBORA DE CURTA DURAÇÃO AS INTOXICAÇÕES PODEM SER TÃO GRAVES QUANTO AQUELAS DO ORGANOFOSFORADOS

CARBAMATOS-EXAME LABORATORIAL E TRATAMENTO

EXAME: DOSAGEM DE ACETILCOLINESTERASE QUE ESTÁ DIMINUÍDA

TRATAMENTO: ATROPINA EM DOSE VARIÁVEL POR TEMPO INDETERMINADO, RETIRADA LENTA GRADUAL.

NÃO USAR PRALIDOXIMA

Alguns dados sobre Organofosforados e Carbamatos:

Grupos de inseticidas muito utilizados

Causam graves intoxicações agudas, sendo os inseticidas que maior número de óbitos causam devido a intoxicação

Trabalhos mostram que trabalhadores rurais expostos a estes inseticidas apresentam atividade enzimática de acetil colinesterase rebaixada Ex.: Trabalho rural e fatores de risco associados ao regime de uso de agrotóxicos em Minas Gerais, Brasil. W. SoaresI; R. Moritz V. R. AlmeidaII; S. MoroIICentro de Desenvolvimento e Planejamento Regional, Universidade Federal de Minas Gerais. IIPrograma de Engenharia Biomédica, Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro. C. P. 68510, Cidade Universitária, Rio de Janeiro, RJ 21945-970, Brasil

RESUMO: O objetivo deste artigo foi caracterizar o processo do trabalho rural em nove municípios de Minas Gerais, considerando indicadores sócio-demográficos, a estrutura agrária dos estabelecimentos rurais, práticas de trabalho relacionadas ao uso de agrotóxicos e, a intoxicação associada a seu uso. Os dados foram obtidos de uma pesquisa realizada pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho, que aplicou um questionário a 1.064 trabalhadores rurais, entre os anos de 1991 a 2000

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