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sábado, 6 de agosto de 2011

Os tipos de brevê e como conseguir

Os tipos de brevê e como conseguir


O primeiro dos tipos de certificado, ou brevê inicial, é o de piloto privado (PP), que quer dizer que o piloto pode pilotar aviões de um só motor, mais simples e em determinadas condições de meteorologia ou para helicópteros. Ele exige que o candidato tenha sido aprovado na prova teórica da Anac, que cobra conhecimentos sobre cinco matérias: navegação aérea, regulamentos, meteorologia, teoria de vôo e conhecimentos técnicos. Depois, é preciso voar pelo menos 35 horas em um aeroclube certificado pela Anac e conseguir aprovação no vôo de exame, conhecido como vôo de cheque. Mas, o candidato só poderá voar se for aprovado na perícia médica, que inclui exame psicotécnico e das condições físicas e fisiológicas em geral.









A cara do brevê é esta.









Para o brevê de PP, o exame médico é menos rigoroso do que para o brevê de piloto comercial. A perícia médica para a carteira de PP é chamada de segunda classe, enquanto para o PC, é chamada de primeira classe. É possível que o candidato seja provado no exame de segunda classe, mas não o seja na de primeira. Entre as diferenças estão maior rigor no teste de primeira classe ao se observar possíveis problemas de saúde, como limitações da visão e a ausência de sinusite ou desvio de septo. É possível fazer a parte prática do treinamento em aeronaves privadas. Daí, o total de horas de vôo que o candidato tem de acumular é maior. Enquanto que em aeronaves de aeroclubes o total de horas voadas para se obter a carteira de PP é de, no mínimo 35, se o treinamento for feito em uma aeronave particular, esse total sobe para 40 horas.



O brevê do PP permite ao piloto voar dentro das regras visuais (VFR) e apenas como uma atividade de lazer. Por enquanto, como detentor desta carteira, ele não pode exercer atividade remunerada como piloto. Mas, para os rapazes em idade de se alistar no Exército, a carteira de piloto privado já os exclui do serviço militar obrigatório. Após formado piloto, estará isento desse serviço, pois será incluído como reservista da Força Aérea Brasileira.



Com a carteira de PP em mãos, o piloto pode voar inclusive para países vizinhos ao Brasil, como a Argentina e o Uruguai. Não pode ir mais longe porque o tipo de avião permitido para voar com o PP não pode sobrevoar oceanos e o tipo de navegação para se chegar a localidades intercontinentais é mais complexo, usando sistemas IFR.



A segunda carteira na vida de um piloto, depois de conseguir o brevê de PP é a de piloto comercial (PC). Como a outra, pode ser para aviões ou helicópteros. As matérias cobradas no exame teórico são parecidas com as do PP, mas em grau mais aprofundado de complexidade. Incluem técnicas avançadas do vôo por instrumentos, teoria de vôo a jato, conhecimento sobre motores a jato, além de meteorologia, navegação e regulamentos.



O exame médico é mais rigoroso e o treinamento prático é de, no mínimo, 150 horas de vôo em aeronaves de aeroclube homologado e de 200 horas de treinamento em aeronave particular, além de 20 horas de vôo por instrumento. Em ambos os casos, é preciso ter aprovação no vôo de cheque, o vôo de testes final feito antes de ser concedida a carteira.Para conseguir a habilitação de PC é também necessário o treinamento em simuladores sintéticos de vôo. No mínimo 40 horas. Com a carteira do PC em mãos, o piloto já pode exercer atividade remunerada nesta profissão, pilotando, qualquer avião monomotor que use instrumentos em seu painel para navegar.



Treinamento com simuladores



O treinamento em simuladores é exigido dos candidatos a pilotos comerciais porque um dos tipos de vôo praticado por eles é conhecido como IFR, da sigla em inglês, Instrument Flight Rules, ou regulamento do vôo por instrumentos.



Quer dizer que, em certas condições meteorológicas de visibilidade reduzida, e à noite, os pilotos voam guiados por instrumentos como emissores de ondas, que são captadas pelo equipamento do avião e mostrados aos pilotos no painel da aeronave.



Já os vôos realizados durante o treinamento de pilotos privados é chamado de VFR, da sigla em inglês para Visual Flight Rules. No vôo VFR, o piloto é orientado no espaço por referências visuais em terra, como um rio, uma cerca, uma estrada ou uma lagoa. Este, só pode ser feito de dia e em condições meteorológicas que permitam boa visibilidade.



Além das licenças de PP (Piloto Privado) e PC (Piloto Comercial), o piloto pode diversificar seus conhecimentos e profissionalização. As outras carteiras são as de instrutor de vôo (INVA), que pode ser para avião ou helicóptero; e a de piloto de linha aérea (PLA), que tem critérios um pouco diferentes dos pilotos de linha aérea norte-americano.



Com o INVA, o piloto pode exercer atividade remunerada como instrutor de vôo e ainda acumular horas. Na profissão de piloto, o acúmulo de horas é muito valorizado. Quanto mais horas de vôo tem um candidato a um emprego, significa que mais experiência ele tem. E isso é um bem muito bem cotado pelo mercado. O piloto de linha aérea (PLA) é a habilitação mais alta atingida. Ela só pode ser concedida depois que o piloto já tem mais de mil e quinhentas horas de vôo. O candidato tem novamente que fazer um teste teórico, só que mais aprofundado.



Há outras profissões aeronáuticas, como a de comissário de vôo e a de mecânico de aeronaves. Todas precisam que o candidato faça provas específicas na Anac e siga um curso teórico em escola certificada pela Anac. Mas, só os pilotos têm brevê. Abaixo o requisitos para conseguir o brevê resumidamente.









Requisitos





Piloto Privado (PP)



•Mínimo de 35 horas de vôo,

•17 anos de idade completos,

•Ensino fundamental completo,

•Aprovação no exame teórico e médico.

•Exame médico renovado a cada 2 anos.





Piloto Comercial (PC)



•Mínimo de 150 horas de vôo (incluídas as horas do PP), sendo 40 horas de simulador e 20 horas de vôo por instrumentos

•Certificado de PP

•Ensino médio completo

•Aprovação no exame teórico e médico

•Exame médico renovado a cada ano.





Instrutor de vôo



•27 horas de vôo ou 20 horas, caso o piloto já voe o tipo de avião.

•Aprovação nos exames teórico e médico de um dos dois exames anteriores.

Piloto de Linha Aérea (PLA)



•Ensino médio completo

•Aprovação no exame teórico e médico

•1500 horas de vôo sendo 200 horas de vôo noturno em comando.

Ao final de cada uma dessas fases práticas é feito um vôo de exame, conhecido como vôo de cheque. Há outras carteiras, como a de piloto de planador e de helicóptero. Para quem tem estas carteiras, o número de horas voadas exigido é menor.





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