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domingo, 15 de novembro de 2009

Acreana estuda impactos do DDT em ex-agentes da Sucam, na USP

Acreana estuda impactos do DDT em ex-agentes da Sucam, na USP

http://www.agazeta.net/index.php?option=com_content&view=article&id=4208:acreana-estuda-impactos-do-ddt-em-ex-agentes-da-sucam-na-usp&catid=19:acre&Itemid=145
Fábio Pontes, do Jornal A Gazeta

Pesquisa estará focada muito mais nos impactos sociais e econômicos que a contaminação provocou na vida das vítimas
Ex-agente acometido pelo DDT, em um leito da Prontoclínica: problema será estudo profundamente (Foto: Luciano Pontes/Agazeta.net)Enfim, depois de anos, os ex-guardas da extinta Sucam, hoje Funasa (Fundação Nacional de Saúde), vão ter um estudo científico que comprove e mostre as mazelas provocadas pela contaminação por DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano), inseticida usado durante as décadas de 70 e 80 na Amazônia no combate ao mosquito transmissor da malária.
Mestranda da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, (USP), a acreana Talita Lima decidiu estudar o drama vivido por estes profissionais, que hoje sofrem com a saúde fragilizada.
Nesta segunda-feira, 18, Talita teve o primeiro contato com seu objeto de estudo: os ex-guardas da Sucam. A pesquisa estará focada muito mais nos impactos sociais e econômicos que a contaminação provocou na vida deles e de suas famílias, do que precisamente nas doenças surgidas.
“A partir do momento em que as patologias começam a se manifestar a pessoa fica impossibilitada de trabalhar, a fonte de renda fica comprometida, os filhos precisam sair da escola para ir trabalhar, entre outras coisas”, explica ela.
Segundo Talita Lima, já existe um grande volume de estudos produzidos pela própria USP que mostram os danos causados pela contaminação pelo DDT. Em suas leituras, ela descobriu que o primeiro caso de contágio ocasionado pelo inseticida no Brasil aconteceu em 1962.
No interior paulista também é comum o caso de pessoas contaminadas. O DDT era bastante usado nas lavouras de Cubatão e Ribeirão Preto para combater as pragas nas plantações.
Em São Paulo, pesquisas mostram que trabalhadoras do campo infectadas pelo inseticida transmitiram o veneno para seus filhos através da amamentação. Por conta disso, as crianças passaram a ter uma saúde frágil, muito mais vulneráveis a contrair doenças.
No Acre, 49 ex-agentes da Sucam já morreram por conta da devastação ocasionada pelo DDT no organismo. Somente este ano foram quatro mortes.
Como não houve financiamento, a pesquisa de Talita ficará restrita somente a Rio Branco. Mas os casos suspeitos ocorrem em todo o Estado.
“Com a minha pesquisa eu quero saber como estão as atuais condições de vida dos ex-guardas, as condições financeiras, sociais e também o acesso aos serviços públicos de saúde”, diz Lima. Ao todo Talita espera ouvir aproximadamente 50 pessoas. Como o tempo é curto – a defesa da tese precisa ser feita em dezembro – ela terá que se redobrar durante estes dias.
O levantamento das informações se dará por meio de entrevistas com os próprios contaminados. O foco do estudo estará nos ex-agentes que trabalharam entre os anos de 1970 e 1989.
“Espero que esse estudo científico possa servir como mais uma ferramenta na luta destas pessoas pela busca de melhores condições de vida para si e para seus familiares”, desabafa Talita, que faz parte do Departamento de Ensino e Pesquisas da Secretaria de Saúde do Acre.
“É preciso que o Estado também adote práticas para que os agentes de saúde que hoje trabalham diária e diretamente com inseticidas não venham, no futuro, a ter os mesmos problemas vividos pelos ex-guardas da Sucam”.

http://www.agazeta.net/index.php?option=com_content&view=article&id=4208:acreana-estuda-impactos-do-ddt-em-ex-agentes-da-sucam-na-usp&catid=19:acre&Itemid=145

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