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domingo, 8 de maio de 2011

Origem do Dia das Mães

Esse dia especial para as mães não é muito antigo, tendo sua origem descrita no começo do século 20 a partir de uma moça americana que havia perdido a sua mãe.

Tendo em vista que na época ela havia ficado muito triste e depressiva, algumas amigas sugeriram um dia de homenagem à sua mãe falecida, e realizaram uma festa. Porém, essa festa foi dedicada não somente à mãe dela, mas também a todas as mães do planeta, tanto as vivas quanto as que já haviam partido.

Existe um outro dado histórico, que evidencia uma homenagem às mães na Inglaterra, por volta do século 17, em que o país tornou o 4º domingo da quaresma um dia dedicado para as mães da Inglaterra, sendo oficializado um feriado nacional.

No Brasil, o dia das mães foi decretado pelo então presidente, Getúlio Vargas, no ano de 1932. Este seria realizado sempre no segundo domingo do mês de maio.

Outros países adotam datas diferentes para tal confraternização (Portugal, por exemplo, é no primeiro domingo de maio).


DA MÃE...

A primeira crônica que escrevi foi publicada no Jornal “Aurora” do Colégio São José de Tubarão, edição de maio de 1957 e se intitulava Dia da Mãe. Vinte e cinco anos depois do presidente Getúlio Vargas ter oficializado a data no Brasil. Não era bem uma crônica e sim uma redação escolar.
Cursava a quarta série do curso primário. O jornal “Aurora” tinha cara de jornal de gente grande com doze páginas e era impresso mensalmente na gráfica do seu Manoel Aguiar, proprietário do jornal A Imprensa. Recordo que escrevi um pequeno texto falando sobre o significado do Dia das Mães e a história de sua criação, que eu lera dias antes na Revista Reader´s Digest, uma publicação que apareceu nos Estados Unidos em 1922 e que chegou ao Brasil em 1942, sendo batizada e popularizada com o nome de Seleções. Dona Robélia Faraco, professora e nossa vizinha de porta, era quem me abastecia com a revista Seleções e com livros de sua biblioteca.Desde o Tesouro da Juventude, os clássicos como Alexandre Dumas, Júlio Verne, Cervantes, José de Alencar, Machado de Assis ou os romances de Pearl Buck que eu devorava com o mesmo prazer.
Aquela história de como uma filha, a americana Ana Jarvis, triste com a perda da sua mãe, lutara anos a fio para que fosse criado o Dia das Mães, primeiro no estado da Virgínia Ocidental e depois incorporado oficialmente ao calendário dos Estados Unidos em 1914, me intrigara. Não, pela eleição de um dia para reverenciar e homenagear todas as mães, e sim, pela decepção de sua criadora ao ver aquele dia tão especial desvirtuado de sua finalidade primeira e transformado num dia lucrativo do comércio no mundo todo. Demonstrar o sentimento de amor à mãe passou a ter um preço e contra isso Ana Jarvis se rebelara.
Eu também, na altura dos meus dez anos contestei a criação de um Dia Da Mãe que entre corações vermelhos de expressão do amor filial fazia a alegria dos comerciantes. Afinal, por que escolher um dia do ano para reverenciar a figura da mãe? Foi a pergunta que eu formulei naquela singela redação escolar, contestando o hábito já arraigado de comprar um presente para a mãe. Pois, todo dia é dia de mãe. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa feita a própria Ana Jarvis em sua luta pelo reconhecimento do papel desempenhado pelas mães.
O tempo deu suas voltas. Sem deixar de ser filha, passei ao status de mãe e não demorou muito para que eu recebesse, numa letrinha infantil, desenhada por entre linhas tortas, os coloridos cartões da Clarisse, do Murilo e da Caroline. Causavam uma imensa alegria e muita emoção recebê-los (e ainda causam), como aquele cartão do
Murilo, em forma de coração, que descrevia a sua mãe dizendo: “ela não é nem gorda,nem magra, um pouco alta e um pouco baixa. Um pouco braba. Ela é morena de olhos claros e verdes” riscando no cartão a figura da mãe que ele imaginara ou o da Clarisse escrevendo que tinha saudade de um “colinho” e o da Carol dizendo sem muitos floreios: eu te amo,mas não podia ser uma mãe normal? Uma queixa à mãe que trabalhava fora e não sabia fazer um bolo de chocolate como as outras mães.
Foi com os meus filhos que aprendi a mensagem da Ana Jarvis, uma mensagem que não vem embrulhada em papel de presente e não se encontra em nenhum shopping.
Mãe é presença absoluta em nossa vida. Uma presença que não se esgota, nem depois que ela parte. Fica retida e perpetuada na memória. A bem da verdade, com o passar dos dias, meses e anos a gente vai encontrando traços da nossa mãe que partiu no jeito de virar a cabeça de uma neta, na morosidade de se arrumar de uma sobrinha no gargalhar sonoro ou no inesquecível timbre de voz que de repente soa ao teu lado e nada mais é do que a voz da filha. O tom da voz, os passos, os jeitos e trejeitos, detalhes que passavam despercebidos e que agora fazem o maior sentido. Até pequenas manias que muitas vezes incomodavam passam a ser lembradas com uma saudade imensa que chega a doer.
A mãe continua fortemente presente para sempre e como as sementes germinam na primavera numa nova roupagem.
Ela está dentro do coração, no reconhecimento do ser mulher e num papel que vai além dos laços de sangue. São laços de um amor profundo, de afirmação do ser filho e do ser mãe.
Vamos combinar que temos muito a celebrar.
Pois que assim seja - um Dia só Da Mãe.

3 comentários:

  1. Feliz dia das mães!


    Mãe: palavra tão pequena, mas com tanto significado. Que dá à luz... Que faz luz, nos dá vida... E a vida ilumina com um belo sorriso. E com suas palavras doces, nos amando e sem nada pedir, nos faz feliz. Mesmo com lágrimas nos olhos, está sempre pronta, sempre com uma palavra amiga, um jeito certo para nos dominar, deixando-nos seguros na vida, embalando-nos com seu amor... A todas as mães e filhos, um dia feliz! Um feliz Dia da Mães!

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  2. O coração de mãe é um abismo no fundo do qual sempre se encontra o perdão". A frase do escritor francês Honoré de Balzac é exatamente o que toda mãe sente pelo seu filho. Não importa o que ele faça, ela sempre estará lá para apoiá-lo. Antecipo a homenagem pelo Dia das Mães com a "Mensagem Especial" dedicada para você mulher, que é mãe.

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  3. sempre muito interessante observar como as mães veem seus filhos em tantos e tantos gestos por aí, sempre ressaltando seus pontos fortes, falando de suas qualidades, do que acreditam e do que querem para si mesmos... Quais palavras podem ser suficientes para descrever a satisfação de uma mãe ao apresentar seu filho a alguém? É um gesto indescritível que só é desvendado lá dentro do coração de cada mãe.

    É, ser filho é uma dádiva, um presente que vem de Deus. Ter uma mãe ou encontrar uma referência válida dela em outra pessoa é vida para cada um de nós. Não dá para viver sem um dia termos tido a experiência de termos alguém com um amor que é capaz de vencer tantos obstáculos.

    Mamãe, desculpe-nos pelas preocupações que lhe damos, perdoe-nos pelas lágrimas que um dia derramou por nós. Seu dia está aí, queremos rever nossos conceitos, aqueles mesmos a que você sempre se refere... Não somente nesta data que se aproxima, mas queremos, mais do que tudo, vê-la feliz e perfumada tal como uma bela flor com que iremos presenteá-la.

    Apesar de ter, como já prevíamos, espinhos que ferem, sabemos que somos nós que não a compreendemos, pois, na verdade, os espinhos não eram para nos ferir, mas, sim, para nos proteger dos predadores que querem a nossa vida, a qual é a sua razão para continuar e nunca desistir de nós.

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