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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Governo quer elevar produção de medicamentos feitos no país

Núcleo de Comunicação/SVS


Contato: (61) 3213-8083 / svs@saude.gov.br

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Governo quer elevar produção de medicamentos feitos no país

Valor Econômico – São Paulo/SP

André Vieira, de São Paulo

O Ministério da Saúde deve anunciar até o fim do ano uma série de parcerias

envolvendo os 18 laboratórios públicos e empresas privadas nacionais de forma a

combater a dependência externa no tratamento em determinadas patologias. Segundo

Reinaldo Guimarães, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do

Ministério da Saúde, um dos objetivos das parcerias é garantir mercado aos produtores

nacionais associados aos laboratórios públicos. O objetivo não é só elevar a oferta de

medicamentos produzidos no país, mas também a fabricação de fármacos, os insumos

utilizados na produção de remédios.

A venda da fabricante de genéricos Medley para a francesa Sanofi-Aventis e a

possibilidade de transferência do controle da Neo Química à americana Pfizer preocupam

o Ministério de Saúde e outros órgãos do governo, como o Banco Nacional de

Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O ministério se preocupa com a possível

desnacionalização do setor, mas é importante ver que o que está existindo é um ataque

especulativo por causa do sucesso do país”, afirmou Guimarães, destacando que o

processo de abertura dos anos de 1990 praticamente varreu a indústria farmoquímica

brasileira do mapa.

O poder de compra do governo tem sido uma das ferramentas usadas pelo ministério na

sua política de saúde. “Não é uma reserva de mercado, olhamos preços e práticas de

mercado”, disse. Segundo Guimarães, as multinacionais também têm lugar nesse

processo. “Faz parte da política do ministério estimular os investimentos das indústrias

multinacionais.”

Recentemente, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério de Saúde,

assinou um acordo de quase R$ 4 bilhões para que a inglesa GlaxoSmithKline (GSK)

forneça sua vacina pneumocócica para ser incluída no calendário do programa nacional

de imunização a partir de 2010. Hoje, o programa distribui 130 milhões de doses anuais,

numa cesta de vacinas. Além da transferência de tecnologia, a diferença neste acordo foi

a incorporação de um elemento original ao contrato: a instalação de um centro de

pesquisa e desenvolvimento de tratamentos contra doenças como dengue, malária e

febre amarela. A Glaxo investirá metade do valor exigido, ou seja, cerca de R$ 35

milhões. “Não há investimentos de pesquisas pré-clínicas por parte de multinacionais no

país. Foi um evento. É extremamente importante elas fazerem aqui do que em

Cingapura”, afirmou.

Embora o centro de pesquisas tenha sido um dos fatores que ajudaram na escolha pela

vacina da Glaxo, em detrimento da vacina da Wyeth, ele não foi fundamental para a

decisão, disse o secretário. Pesaram “um somatório de fatores”, como preço, qualidade

da vacina e volume menor de investimento a ser aplicado por Biomanguinhos, a unidade

da Fiocruz, que realizará sua produção. O secretário não entrou em detalhes do acordo,

assinado por Fiocruz, em razão daWyeth ter questionado a escolha judicialmente.

Clipping – 14 de outubro de 2009, quarta-feira

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