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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Reitores esperam que greve dos professores termine logo para que negociação com os técnicos administrativos avance


Reitores esperam que greve dos professores termine logo para que negociação com os técnicos administrativos avance



Agência
Brasil     -     26/07/2012



Brasília
– A greve dos professores das universidades federais já dura 70 dias e os
sindicatos que representam a categoria estão divididos em relação à última
proposta de reestruturação da carreira apresentada pelo governo. A Agência
Brasil entrevistou reitores de instituições federais de cinco
regiões.



Eles
avaliam que a proposta apresentada pelo governo traz “avanços importantes” e
esperam que a greve dos professores termine rapidamente para que comece a
negociação com outra categoria da universidade: os técnicos administrativos, em
greve desde 11 de junho.


A
nova
proposta
apresentada pelo governo na terça-feira (24)
ofereceu
reajustes que variam entre 25% e 40% para todos os docentes – no plano
apresentado anteriormente alguns níveis da carreira receberiam apenas 12%, sem a
inflação do período. Além disso, a data para o aumento entrar em vigor foi
antecipada do segundo semestre de 2013 para março do ano que vem. Ele será dado
de forma parcelada até 2015.


A Associação
Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), que representa a maior parte
das instituições em greve, rejeitou a proposta
.
Já a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino
Superior (Proifes) considerou que as reivindicações foram atendidas e recomendou
que os professores encerrem a paralisação.


Para
o reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, a proposta é um “bom
plano de recomposição”, tanto da carreira como dos salários. “Achamos que foi
dado um passo largo para preservar a carreira docente pelos próximos três anos,
o que não foi assegurado a nenhuma outra categoria [dos servidores federais].
Esperamos que o exame da questão se faça do ponto de vista dos interesses dos
professores e não apenas dos interesses políticos que são colocados nesse
debate”, declarou.


O
reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Targino de Araújo Filho,
acredita que existe uma “grande defasagem salarial de toda a comunidade que
precisa ser corrigida”, não só dos docentes como também dos técnicos
administrativos.

Logo
após apresentar a primeira proposta,
o
governo disse que não tinha possibilidade de revisão salarial
,
mas voltou atrás apresentando um reajuste maior para os docentes dos níveis
iniciais da carreira.


Para
Anísio Dourado, reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), isso
demonstrou uma “sensibilidade” do Ministério do Planejamento com as negociações.
“O volume de recursos alocado para professore em início de carreira possibilita
um maior atração para os jovens doutores que ingressam na universidade”,
disse.


O
reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Carlos Edilson Maneschy, avalia
que a nova proposta corrige alguns pontos que estavam dificultando o diálogo com
os sindicatos, sobretudo a melhoria salarial da base da carreira. “Quero crer
que isso ajude na negociação. Vejo isso como um ponto importante. Espero que a
partir daí isso possa avançar e as negociações não se obstruam em nenhum
momento”.


O
Ministério da Educação (MEC) espera que a greve dos professores seja encerrada
para que as negociações com os técnicos administrativos sejam iniciadas. Os
reitores estão preocupados porque ainda que os docentes retomem suas atividades,
alguns serviços ficam interrompidos enquanto os servidores estiverem
paralisados.


“Não
é suficiente resolver a questão dos docentes, precisamos sem dúvida de uma
solução para a demanda dos técnicos administrativos. Não é bom ter uma
universidade funcionando só com uma parte daqueles que fazem o dia a dia da
instituição”, disse o reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFRGS), Carlos Alexandre Netto.


Assembleias de 11 universidades federais rejeitam proposta do governo e greve é mantida



Agência
Brasil     -     26/07/2012






Brasília
– A maioria dos professores das universidades federais, reunidos hoje (26) em
assembleias para avaliar a
proposta
apresentada pelo governo

na terça-feira (24), decidiu manter a greve da categoria. Na Universidade
Federal de São Carlos (UFSCar), os docentes aceitaram a proposta do governo, mas
o fim da paralisação ainda depende da aprovação em um
plebiscito.


Nas
universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Santa Maria (UFSM), de
Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE), do Espírito Santo (Ufes), de
Uberlândia (UFU), de Brasília (UnB), da Paraíba (UFPB), da Bahia (UFBA), de
Pelotas (UFPel) e Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a proposta foi rejeitada e a
greve continua.


Na
nova proposta, o governo ofereceu reajustes que variam entre 25% e 40% para
todos os docentes – no plano apresentado anteriormente alguns níveis da carreira
receberiam apenas 12%, sem a inflação do período. Além disso, a data para o
aumento entrar em vigor foi antecipada do segundo semestre de 2013 para março
daquele ano. Pela proposta, o reajuste será dado de forma parcelada até
2015.


Os
sindicatos que representam a categoria estão divididos. A Associação Nacional
dos Docentes do Ensino Superior (Andes), que representa a maior parte das
insituições em greve, rejeitou a proposta. Já a Federação de Sindicatos de
Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) considerou que
as reivindicações foram atendidas e recomendou que os professores encerrem a
paralisação.


As
assembleias em cada uma das 57 universidades federais em greve continuam até
segunda-feira (30). Os docentes estão parados há 71 dias.





Miriam Belchior diz que cronograma de negociação da greve será seguido pelo governo



Agência Brasil - 26/07/2012




Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse hoje (26) na divulgação do quarto balanço do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), que o cronograma de negociação da greve dos servidores tem sido cumprido pelo governo.

Ela destacou que os sindicatos que representam a categoria foram informados desde o início do ano que as propostas só seriam apresentadas no final de julho e início de agosto. A greve tem adesão de mais de 350 mil servidores federais em todo o país, de acordo com os sindicatos.

“A gente tem trabalhado com esse cronograma. Acreditamos que a greve é direito dos trabalhadores, desde que eles assumam todas as consequências desse ato. Está havendo o corte de ponto, porque se uma pessoa falta ao trabalho tem o dia descontado. Não é nenhuma punição excepcional. Mas as negociações seguem abertas”, disse a ministra.

Para Miriam Belchior, “não é normal parar de trabalhar e ganhar por isso”. Ela admitiu que a intenção do governo mudou ao longo do ano porque, a partir de maio e início de junho, “o cenário econômico ficou mais sombrio”, fazendo com que as contas fossem refeitas e, assim, analisar qual proposta seria possível fazer “de forma responsável” aos servidores.

A ministra disse que, no caso dos professores universitários e dos institutos técnicos, o governo acredita ser possível fazer um acordo, ainda que um dos sindicatos da categoria tenha rejeitado a proposta do governo apresentada ontem (25), de reajustes que variam de 25% a 40%. Ela lembrou que um dos sindicatos da categoria concordou com a proposta, que ainda será levada às assembleias.

“Para as demais categorias, estamos ultimando nossas contas do Orçamento [da União] para poder apresentar às categorias; se poderemos atender e o que poderemos atender”, disse Miriam Belchior, durante o quarto balanço do PAC 2 .

Durante a divulgação dos números, servidores da Associação Nacional dos Analistas e Especialistas em Infraestrutura (ANEinfra) distribuíam um comunicado ameaçando cruzar os braços caso o governo não atenda às reivindicações da categoria. Segundo o presidente da ANEinfra, Guilherme dos Santos Floriani, até o dia 31 de julho, a categoria aposta no diálogo com o governo.

“Nós queremos o reenquadramento da carreira de analista de infraestrutura no ciclo de gestão, com elevação do patamar remuneratório, o que dá um pouco mais de 30%”, disse. Ele também informou que um analista do governo em infraestrutura ganha, em início da carreira, cerca de R$ 8,8 mil, sendo a metade gratificação.

O representante dos analistas em infraestrutura informou também que o reenquadramento com outras categorias daria autonomia técnica aos servidores para desempenhar as funções na melhoria da tomada de decisão. “Também seria compatível com o valor do mercado de trabalho fora do setor público. Perdeu a atratividade. No último concurso, não teve analistas aprovados em número suficiente para preencher as vagas abertas”, informou.


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