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OS DESTEMIDOS GUARDAS DA EX. SUCAM / FUNASA / MS, CLAMA SOCORRO POR INTOXICAÇÃO

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A situação é grave de todos os servidores da ex. Sucam dos Estados de Rondônia,Pará e Acre, que realizaram o exame toxicologicos, foram constatada a presença de compostos nocivos à saúde em níveis alarmantes. VEJA A NOSSA HISTÓRIA CONTEM FOTO E VÍDEO

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Este Grupo quer reiterar a gratidão e o respeito que sempre dedicam ao serviço público. Respeito expresso no diálogo: faça porte dessa família CURTINDO NOSSO PÁGINA NO FACEBOOK

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

MALATHION 500 EC CHEMINOVA


MALATHION 500 EC CHEMINOVA



Verificar restrições de uso constantes na lista de agrotóxico do Estado do
Paraná.
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n°
01598705
diethyl (dimethoxythiophosphorylthio) succinate (MALATIONA).....500 g/L (50 % m/v)
Dimethylbenzene (XILENO) solvente.............................................431 g/L (43,1% m/v)
Ingredientes inertes .......................................................................97 g/L (9,7 % m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: inseticida de contato e ingestão do grupo químico organofosforado
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO:
Cheminova Brasil Ltda.
Rua Alexandre Dumas, 2220 – 6 o andar
CEP 04717 - 004 São Paulo - SP
NPJ: 01.489.019 / 0001 - 06
o
Tel. (0XX11) 5189- 2100
N do registro do estabelecimento: CDA - 283
Fax (0XX11) 5189 - 2104
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Cheminova A/S (Escritório)
P.O. Box 9 – DK 7620
Lemvig - Denmark
Cheminova A/S (Fábrica)
Thyboronvej 76- 78
DK 7673 Harboore
Denmark
FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 –
Distr. Industrial III
CEP 38001 - 970 Uberaba - MG
CNPJ: 04.136.367 / 0 005 - 11
No do reg. do estabelecimento:
IMA 701- 00203
Sipcam Agro S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III
CEP 38102 - 970 Uberaba – MG
C.N.P.J.: 23.361.306 / 0 001 - 79
No do reg. do estabelecimento:
IMA - 701 - 06046
No do lote ou partida:
Data de fabricação:
Data de vencimento:
VIDE EMBALAGEM
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE- OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA- SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Inflamável 1 B
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA II – ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO:
MALATHION 500 EC CHEMINOVA é um inseticida organofosforado, com ação de
contato e ingestão, apresentado sob a forma de concentrado emulsionável,
indicado para o controle das seguintes pragas:
Alvo Biológico
Mosca- das- frutas (Anastrefa fraterculus )
Pulgão- verde (Myzus persicae)
Broca- pequena- do- fruto (Neoleucinodes
elegantalis )
Dose
p.c./ha
350 mL + 5kg de
600 a 800
melaço/100 L de
água
250 mL/100 L de
água
i.a. = ingrediente ativo
p.c. = produto comercial
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
As pulverizações devem ser feitas no início do ataque das pragas relacionadas em
cada cultura.
Efetuar uma aplicação no início da infestação das pragas, repetindo - se em caso
de reinfestação, com intervalo médio de 7 ou 15 dias, podendo- se realizar até 3
aplicações durante o ciclo da cultura, observando- se as especificações abaixo
para as seguintes pragas:
Pulgão: Na cultura de tomate, efetuar a aplicação no início da infestação, antes da
praga provocar encarquilhamento das folhas. Efetuar 2 a 3 aplicações com
intervalos de até 15 dias.
Mosca- das- frutas: Na cultura de citros, visando identificar o início do ataque,
preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de
melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de
moscas fêmeas repetindo, se necessário, a cada 7 dias podendo - se efetuar no
máximo 3 aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado em pulverização com equipamento manual ou
motorizado terrestre.
Tomate rasteiro:
Usar bico tipo cone D2- 25 (com vazão de 0,8 litros/min) ou bicos tipo X2 ou X3
(com vazão de 0,3 litros/min); nestes casos utilizar água limpa de modo a evitar o
entupimento dos bicos. A densidade de gotas deve ser de 30- 80 gotas/cm 2 , de
tamanho entre 70- 300 micra. A pressão de trabalho deve ser de 60 a 100
libras/pol 2 .
Calibrar o equipamento para volume de calda de 1000 litros/ha a uma velocidade
de trator de 3 a 5 km/h. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, com
espaçamento de 50 cm entre bicos e altura da barra em torno de 46 cm).
Culturas de porte alto:
Utilizar pistolas modelo FIX com pressão de trabalho em torno de 300 libras/pol 2
e vazão de 1,5 a 2,2 litros/min.
Calibrar o equipamento para volume de calda de 600 a 800 litros/ha a uma
velocidade de trator de 3 a 5 km /h.
Providenciar sempre cobertura uniforme de pulverização das plantas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas
Intervalo de Segurança
Citros
7 dias
Tomate
3 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS
CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo orgao responsavel pela Saúde
Humana – ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há restrições de uso além de seguir criteriosamente as recomendações de
uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana – ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE
PRAGAS:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do
tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas
(MRI) podería- se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação
não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as
recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, Biológico,
etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando
disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO AOS PRIMEIROS
SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos;
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
O produto é extremamente irritante para os olhos;
Use protetor ocular (óculos) - Se houver contato do produto com os olhos, lave-
os imediatamente com água corrente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use mascara cobrindo nariz e boca - Caso o produto seja inalado ou aspirado,
procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha – ao contato do produto com a pele, lave- a imediatamente
com água corrente e sabão e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe,
óculos ou viseira facial, luvas e botas de borracha de cano longo, avental
impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca com filtro de carvão ativado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança;
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes
do dia;
Quando utilizar pulverizador tratorizado, aplicar o produto contra o vento;
Quando utilizar pulverizador costal, aplicar o produto a favor do vento;
Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe,
óculos ou viseira facial, luvas e botas de borracha de cano longo, avental
impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca com filtro de carvão ativado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo
corretamente as especificações do fabricante;
Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separadas das roupas
domésticas.
Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente
com mangas compridas, luvas e botas de borracha de cano longo).
Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada
estabelecido.
PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: em caso de ingestão, NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure o serviço
médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, o rótulo, a bula
ou o receituário agronômico do produto.
Olhos: em caso de contato, lave- os imediatamente com água corrente em
abundância e procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando
a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Produto
extremamente irritante para os olhos.
Pele: em caso de contato, lave com água corrente em abundância e procure
serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo,
bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INTOXICAÇÕES POR ORGANOFOSFORADOS
- Informações Médicas -
Grupo químico: Organofosforados
Classe toxicológica:
Mecanismos de toxicidade:
Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação,
causando acúmulo de acetilcolina e conseqüente superestimulação das
terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às
células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central
(SNC).
Vias de absorção: oral, inalatória, dérmica e mucosas.
Sintomas e sinais clínicos:
Classe II – Altamente Tóxico
Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica):
vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e
paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e
sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode
provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial,
fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de
gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. A
freqüência cardíaca e a pressão arterial podem ser aumentadas ou diminuídas,
devido aos efeitos muscarínicos.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental,
ataxia, depressão de centros cardio- respiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer, mais tardiamente, os seguintes quadros:
- Síndrome intermediária: aparece entre 24- 96 horas após a exposição e a
resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos
respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço
e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de
pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos, podendo prolongar - se por
meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: desencadeada por
dano aos axônios de nervos periféricos e centrais, caracterizada por paresias ou
paralisias de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante
semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas, que
também podem desencadear déficit residual de natureza neuro- psiquiátrica, com
comprometimento da memória, concentração e iniciativa.
Metabolismo /Toxicocinética:
Após absorção, são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo
altas concentrações no fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os
excretam. A meia- vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do
composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou.
Nas primeiras 48 h a acetilcolinesterase pode ser desfosforilada pela pralidoxima,
recuperando sua atividade.
Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico
compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em
25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50%
é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um
indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3- 4 meses para
se normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode
evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles
incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas,
gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros
tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação
laboratorial.
Tratamento :
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, devera ser protegida por
equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar como agente tóxico.
Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular , irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou
água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão
ativado na proporção de 50- 100 g em adultos e 25- 50 g em crianças de 1- 12
anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas pérveas, se
necessário através de entubação oro- traqueal, aspirar secreções e oxigenar.
Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória
repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência
ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar
pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo
24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Específico e antídotos:
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de
sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico – é usada para reverter os sintomas
muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10
minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a
concentração de 0,25 ou 0,50 mg / ml . O parâmetro para a manutenção ou
suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar
indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase
hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca
seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar
a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de
taquicardia e hipertensão não contra- indica a atropinização.
Manter o paciente em observação por 48 horas, com monitorização cardio-
respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser
comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de:
broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura
respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a
esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas
Oximas- Pralidoxima – é um antídoto específico para organofosforados. Sua ação
visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de
sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da
efetividade do tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos,
nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não
maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida
a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose
máxima de 12g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC
(não exceder 4 mg/kg / m in).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 hs, para ser mais efetiva, mas pode ser
realizada mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob
orientação médica.
Contra - indicações
A diálise e hemoperfusão não estão indicadas.
Não provoque vômito em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenoltazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só
devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de
hipotensão e fibrilação cardíaca.
Efeitos sinérgicos:
Com outros organosfosforados ou carbamatos.
Atenção:
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha Informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através do telefone: 0800 580
1000
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Ratos machos e fêmeas eliminam respectivamente 90,8% e 79,7% do produto via
urina dois dias após a ingestão.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50 ) para ratos igual a
2000 mg/kg, DL50 dérmica é > 4000 mg/kg para ratos, irritação ocular reversível
em 7 dias para olhos de coelhos e irritante leve para a pele de coelhos. Sendo o
mesmo enquadrado na classe Toxicológica II. O NOEL igual 5 ppm no ensaio
crônico com ratos.
SINTOMAS DE ALARME:
Os sintomas de alarme são: fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão
turva, miose, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréia e cólica
abdominal.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Disque Intoxicações: 0800 580 1000
Informações de Emergência Toxicológica: 0800 70 10 450 (24 horas)
Telefone da Empresa: (0XX11) 5189 - 2100 (Horário comercial)
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
− Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
$ - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza .
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHEMINOVA BRASIL
LTDA. Telefone de Emergência: 0800 111 767.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto
entre em bueiros, drenos ou corpos d’ água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o
material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado
acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou
PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
I. LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os
mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o
preparo da calda do produto.
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando - se os seguintes
procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo - a na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite- a por 30 segundos;
− Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
•Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê- la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução em até 6 (seis) meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução em até 6 (seis) meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados
para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases
efluentes e aprovados por órgão ambiental competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do
produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Um comentário:

  1. http://home.wanadoo.nl/natuurverrijking/publicaties/bestrwijzer.htm

    Lamento e holandes... Malathion esta proibido em Holanda desde os anos '70. DSM (Dutch State Mines) parou de fabricar nesto producto

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